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Dirigida por Daniel Ek, Spotify registrou uma receita de 1,5 bilhão de euros no trimestre
O Spotify terminou o primeiro trimestre de 2019 com um crescimento de 32% em assinantes premium e chegou aos 100 milhões de usuários que pagam pelo serviço de streaming, ante 75 milhões de um ano antes. Como resultado, a receita obtida com esses consumidores foi de 1,4 bilhão de euros, um aumento de 34% quando comparado ao 1 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2018.
Ao todo, a receita financeira do Spotify foi de 1,5 bilhão de euros, um aumento de 33% em relação aos 1,1 bilhão de euros do primeiro trimestre de 2018. Por outro lado, o serviço de streaming obteve um prejuízo operacional de 47 milhões de euros ante um prejuízo de 41 milhões de euros de 2018, um incremento de 16%.
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Ao fim do primeiro trimestre de 2019, 40% dos assinantes eram da Europa, 30% da América do Norte, 20% da América Latina e 10% do resto do mundo.
De acordo com a companhia, o desenvolvimento do negócio de assinatura foi forte por três motivos: pela parceria formada com o Hulu no começo do ano nos Estados Unidos; pela parceria com a Samsung, já que o app está presente nos smartphones Galaxy S10 no mercado norte-americano; e pela expansão da oferta do Google Home Mini com o Spotify para França e Reino Unido. Vale lembrar que esta mesma promoção com o Google também colaborou para a melhoria do negócio nos EUA no trimestre anterior.
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Em usuários ativos mensais, a proporção regional no primeiro trimestre de 2018 ficou com 36% para Europa, 29% para América do Norte, 22% para América Latina e 13% para o resto do mundo.
Os assinantes da plataforma representam quase a totalidade (mais de 90%) da receita da empresa. A outra parcela vem da publicidade, reproduzida para os usuários da versão gratuita. São 123 milhões que consomem música com publicidade na plataforma, um incremento de 21% contra 102 milhões registrados um ano antes. Em faturamento, essa categoria representou 126 milhões de euros ante 102 milhões de euros, um avanço de 24%.